Seu negócio acompanha as mudanças?

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Não são apenas as crises econômicas que fazem as empresas se questionarem e mudarem. Às vezes pode parecer que é apenas o fator econômico que tira o empresário da zona de conforto, mas é importante reconhecer a amplitude de motivos que faz isso acontecer. Aqui na Valente temos a oportunidade de conversar com muitas organizações em fases de transição e que estão compreendendo a importância de olhar a mudança de perto. Ao encarar de frente a mudança como um fato dos tempos atuais, as organizações tem a chance de olhar para si em relação as necessidades do mundo.

Nessa oportunidade muitas percebem que resultados são consequência de uma combinação de seu protagonismo empreendedor em combinação com mercado, economia e movimentos de consumo. A maioria percebe que não há culpados e que gerir uma organização passa invariavelmente por desenvolver uma visão mais ampla.

Que sintomas podem morar em organizações que não desenvolvem uma visão mais ampla? Separamos os mais comuns que acabam afetando as marcas em algum momento.

"A empresa parou no tempo, as pessoas não se identificam"

Gestores, acionistas e diretores influenciam decisivamente a formação da identidade de um negócio. O propósito é o sangue de um negócio e os responsáveis por alimentar as pessoas com sua essência são os gestores. O nível de consciência do grupo gestor sobre a estratégia é o que poderá:

  1. Conduzir o time para mudanças construtivas a partir de uma visão estratégica

  2. Levar a empresa a uma crise de identidade e de marca consequentemente.

Perguntas para descobrir o propósito: Por que estamos nesse negócio? Qual é a nossa vocação? Para onde queremos ir? Que necessidades do mundo atendemos?

IDENTIDADE

"A motivação não é mais a mesma"

Onde falta motivação, possivelmente falta também clareza sobre o que é importante no dia a dia da empresa. Num ambiente de desmotivação, estratégias dificilmente são implementadas como deveriam e o brilho no olho pode ser substituído por um endurecimento das relações e reuniões. Compreender e comunicar o objetivo comum do negócio ajuda a retomar a energia dos grupos de trabalho.

Perguntas para avaliar a motivação: As pessoas conversam sobre o futuro do negócio? Compartilhamos e celebramos as conquistas? Se forem abordados fora da empresa, as pessoas sabem dizer o resultado de seu trabalho para o mundo? 

RELAÇÕES

"Não estamos produzindo, a dedicação está baixa"

Os processos podem estar em crise quando os níveis anteriores (essência e motivação) não estão sendo cuidados. A consequência pode ser uma baixa na dedicação e nos fluxos de trabalho. Com isso gera-se retrabalho, conflitos de informação entre áreas e até falta de lucratividade por perdas no processo. Quando identificamos os gargalos de processos e convidamos as pessoas para olhar junto, a mudança consciente ganha espaço e pode ajudar a amenizar as dificuldades.

Perguntas norteadoras sobre os processos: Há reuniões recorrentes entre os times? O que temos feito bem? O que podemos fazer melhor? Que indicadores podem ajudar a entender nosso negócio? Estamos levantando esses números?

RECURSOS

"Os recursos da empresa estão descuidados ou baixos"

A origem da crise em recursos geralmente pode ser localizada nos níveis anteriores. Aqui equipamentos, matéria prima, sedes e ativos da empresa podem demostrar que a empresa está com dificuldades de sobreviver e consequentemente de se reinventar. A necessidade de mudança fica mais visível pela crise de liquidez, o que faz com que muitas empresas fecham as portas, pois fica tarde demais para se reorganizar. Muitas empresas nesse ponto podem receber investimentos ou serem compradas desde que alguém veja valor em sua proposta de valor, ou seja, entenda sua essência.

Perguntas norteadoras sobre recursos: Como nosso propósito está relacionado a geração de recursos? Como nossos recursos podem apoiar o desenvolvimento dos níveis anteriores para que a empresa alcance seu ponto de equilíbrio?

MUDANÇAS CONSCIENTES CONSTROEM MARCAS SAUDÁVEIS  

Cuidar das mudanças que circundam uma organização ao longo de sua história pede espaços de diálogo, coragem, persistência e paciência. 

Quando as organizações chegam a uma clareza sobre sua essência, esse novo patamar pode se tornar uma âncora que transforma sua dinâmica como um todo. A mudança cultural se transforma em aprendizagem coletiva balizada em seu fio condutor e isso passa a permear todas as frentes de desenvolvimento de um negocio que resulta invariavelmente em uma marca forte. 

Quer saber como o branding pode ser a alavanca do processo de mudança de sua empresa?

Converse com a Valente.

Lidianne Hupfer