Se sua marca fosse uma pessoa, com quem ela se pareceria?

Com a beleza e energia da Gisele Bündchen? Com a Ivete Sangalo e sua contagiante alegria? Com a força e alegria do Guga Kuerten?

As grandes organizações em todo o mundo já tem essa resposta, mas agora são as médias e pequenas que estão ávidas por se conhecer mais, entender sua personalidade e como são percebidas. Muitas tateando ainda, pois até ontem não sabiam nem seu motivo de existência. Talvez a ideia do que significa ser empresa esteja em transformação.

O fato é que nesse momento o mundo está em busca de alimentos, segurança, transporte com personalidade clara e significado. Não é apenas vender, mas transformar seu entorno, posicionar-se. E as pequenas e médias podem desempenhar esse papel ao se conhecerem mais.

Don’t act. Behave.

Don’t act. Behave.

É assim que Marty Neumeier sugere que a gente pense no posicionamento das marcas no livro The Brand Gap. “Se sua marca for parecida com um pato e nadar como um cachorro as pessoas vão desconfiar.” Essa frase de Marty mostra que não adianta embelezar e modernizar a comunicação, deixando o resto da empresa para depois.

É importante dizer que olhar para sua personalidade de marca e atitudes não exclui os resultados da jogada, apenas não coloca o dinheiro como motivação, mas como resultado dessa prosperidade e isso tem um tempo para ser colhido. Lucro, assim como motivação é resultado de um trabalho.

As pessoas vão estar motivadas a patrocinar, ou seja, escolher comprar, daqueles negócios que estiverem vivendo como protagonistas da transformação do mundo, apoiando verdadeiramente seus funcionários, fornecedores e clientes.

A maneira mais fácil de descobrir com quem sua empresa se parece é analisando sua história e as situações vividas no dia a dia. Como a empresa faz suas escolhas, o que prioriza numa negociação, como recebe os fornecedores, como organiza suas reuniões. Ao olhar para isso, ela nem vai precisar se comparar a um famoso, ela vai compreender como ela se comporta, o que quer manter e onde quer evoluir.

A Valente apoia as empresas a ampliarem sua visão sobre a realidade da empresa e sobre o futuro que almeja. Como somos e como queremos ser percebidos? Onde estamos e onde queremos chega como organização. Se essas questões fizerem sentido para o próximo ciclo do negócio, converse com a gente. Além de planejar isso junto com os gestores do negócio, vamos apoiar a organização a colocar em prática seu propósito.

Em 2017 viva seu propósito plenamente. Isso é ser Valente.